A Pick
UP marcador é um excelente exemplo de como às vezes a menor mudança pode
melhorar a funcionalidade de um produto global e facilidade de
utilização.
Em vez de deitado contra o quadro, a tampa marcador magnético está
inclinado para a posição do corpo da caneta em um ângulo que é mais
fácil de agarrar. A forma triangular também melhora a ergonomia e impede que esta rolando a queda deve marcador.
Aqui você encontra o futuro hoje.
O blog se destina a mostrar , as idéias de Designers , Inventores , Visionários , Ambientalistas e etc.
Procuraremos mostrar todas as novidades relativas a carros , motos , arquitetura, decoração, PC , tablets , celulares , moda e tudo que encontrarmos e acharmos relevante ou curioso. Este Blog é atualizado diáriamente.
Pages
31 de dezembro de 2011
30 de dezembro de 2011
29 de dezembro de 2011
Cientistas criam tinta que gera energia elétrica a partir da luz solar
Capturar energia solar atualmente é uma tarefa bem simples: você instala
os conhecidos painéis solares onde quer capturar, liga os fios nos
lugares certos e espera o sol nascer para começar a eletrizante
aventura. Mas se os cientistas da Universidade de Notre Dame continuarem
com a sua pesquisa, no futuro o máximo que teremos que fazer é passar
uma demão de tinta onde quisermos capturar luz para gerar energia.
Os cientistas, liderados pela dupla Prashant Kamat e John A. Zahm do departamento de Ciência em Química e Bioquímica da universidade, anunciaram essa semana o desenvolvimento de uma tinta especial capaz de capturar luz solar e transformá-la em energia. Eles conseguiram isso misturando nanopartículas de dióxido de titânio com sulfureto ou seleneto de cádmio, que são dois compostos que absorvem fótons. Eles aplicaram essa tinta em uma superfície transparente e condutora, expuseram ao sol e conseguiram, assim, obter eletricidade.
Só que ainda existem arestas a aparar, principalmente na questão da eficiência. Segundo os cientistas, eles só conseguem capturar e transformar em energia elétrica 1% da luz solar capturada. Em contraste, os painéis solares comuns conseguem de 10 a 15% de conversão. Mesmo assim, eles garantem que a fabricação da tinta é relativamente barata e poderia ser produzida em massa sem muitos problemas.
Outro detalhe é a combinação de cores. Eles conseguiram a melhor eficiência da conversão com uma combinação de elementos que gerou uma tinta marrom clara. Eu não tenho problema em ter uma casa dessa cor em troca de um desconto na conta de luz, mas entendo que existam pessoas que talvez não curtam a ideia de uma casa com cor de esgoto.
Ah, o nome da tinta é Sun-Believable. Não, não é brincadeira.
Fonte: Tecnoblog
Os cientistas, liderados pela dupla Prashant Kamat e John A. Zahm do departamento de Ciência em Química e Bioquímica da universidade, anunciaram essa semana o desenvolvimento de uma tinta especial capaz de capturar luz solar e transformá-la em energia. Eles conseguiram isso misturando nanopartículas de dióxido de titânio com sulfureto ou seleneto de cádmio, que são dois compostos que absorvem fótons. Eles aplicaram essa tinta em uma superfície transparente e condutora, expuseram ao sol e conseguiram, assim, obter eletricidade.
Só que ainda existem arestas a aparar, principalmente na questão da eficiência. Segundo os cientistas, eles só conseguem capturar e transformar em energia elétrica 1% da luz solar capturada. Em contraste, os painéis solares comuns conseguem de 10 a 15% de conversão. Mesmo assim, eles garantem que a fabricação da tinta é relativamente barata e poderia ser produzida em massa sem muitos problemas.
Outro detalhe é a combinação de cores. Eles conseguiram a melhor eficiência da conversão com uma combinação de elementos que gerou uma tinta marrom clara. Eu não tenho problema em ter uma casa dessa cor em troca de um desconto na conta de luz, mas entendo que existam pessoas que talvez não curtam a ideia de uma casa com cor de esgoto.
Ah, o nome da tinta é Sun-Believable. Não, não é brincadeira.
Fonte: Tecnoblog
28 de dezembro de 2011
Engenheiros desenvolvem circuitos que se reparam sozinhos
O grupo responsável pela criação desse método é da Universidade de Illinois, nos EUA, e a ideia criada por eles não é nada menos do que genial: preencher esses circuitos elétricos com micro capsulas contendo metal líquido, mais especificamente ouro uma mistura de Gálio e Índio (thanks, Henrique!). Dessa forma, quando o circuito sofrer algum dano e o material condutor se romper, ele rompe também as capsulas, restaurando a condutividade do circuito. E tudo isso acontece em questão de milissegundos.
O objetivo dos cientistas, por enquanto, é implementar essa tecnologia em lugares onde reparar circuitos é mais trabalhoso, como dentro de aviões que tem circuitos espalhados por tudo quanto é lado. O pessoal do The Verge especula que também é possível ver isso em componentes eletrônicos do nosso dia a dia no futuro, mas o desenvolvimento para essa área específica ainda vai demorar, já que nem ao menos um protótipo funcionando eles tem.
Você confere o artigo completo sobre essa fascinante tecnologia nesse link.http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/adma.201102888/full
Fonte: Tecnoblog
27 de dezembro de 2011
Motos que você jamais viu.......
Esta é uma seleção de motos mostradas em vídeo que jamais imaginamos ou supomos que um dia virará realidade.
Concept Bikes Extravaganza Slideshow!
Computadores de 2016 vão ler sua mente, garante IBM (vídeo)
Imagine um mundo em que as casas criam sua própria eletricidade, em que todas pessoas estão conectadas à web, senhas e spam farão parte do passado e computadores serão capazes de ler a mente de seus usuários. Coisa de ficção científica? Para a IBM, este cenário deverá ser realidade antes do que se imagina. 2016, para ser exato.
A Big Blue lançou na última segunda-feira uma série de vídeos chamada “Next 5 in 5” em que mostra sua visão para o desenvolvimento das tecnologias para a próxima meia década.
Nos vídeos, a empresa afirma que em breve casas poderão ter todo seu suprimento de eletricidade garantido pelo movimento dos passos de seus habitantes ou até mesmo gerado pela força da água pelo encanamento. Senhas vão entrar para a história graças a sistemas de reconhecimento biométrico e spams serão esquecidos graças a filtros cada vez mais inteligentes. Já a inclusão digital será completa graças a dispositivos móveis, que permitirão que comunidades mais isoladas tenham acesso à web.
No tópico relativo à capacidade de ler mentes, a empresa afirma que alguns equipamentos médicos já são capazes de reconhecer ondas cerebrais, e que a compreensão de seu funcionamento poderá fazer com que no futuro dispositivos eletrônicos poderão ser controlados apenas com o cérebro.
“Pesquisadores da IBM estão pesquisando como ligar seus gadgets a computadores ou smartphones. Então você só precisará pensar em telefonar para alguém para isso acontecer”, afirma o vídeo em um momento especialmente assustador.
26 de dezembro de 2011
Tornando-se X
Uma
vitória merecida do prêmio red dot 2011 conceito de design, o X Plus foi concebida como uma escultura funcional para espaços de vida
contemporâneo. Para alcançar a forma, três áreas triangular
são cortados a partir de uma única folha de aço inoxidável, a folha é
dobrada e os dois pontos finais são soldadas. O resultado é um objeto modular composto de duas formas X que funciona de forma independente ou dispostos em uma série. Em uma variedade de cores e acabamentos, a tabela é adaptável a praticamente qualquer motivo.
25 de dezembro de 2011
Todo banheiro deveria ter um
Que bom é um banheiro que está equipado com engenhocas futuristas que complementam sua elegância! Eu estou falando sobre o Rack Breeze - um toalheiro , secador de cabelo, ventilador de banheiro e esterilizador! .
O dispositivo pode ser usado para ventilar o ambiente através da
circulação de ar, como toalhas e pode até secar e higienizar toalhas. . O secador de cabelo se destaca de um lado do rack, tornando-o o dispositivo perfeito. Eu quero um AGORA!
24 de dezembro de 2011
Essa TV da Samsung é transparente e tira energia da luz ambiente
A próxima empresa
a ganhar uns pontinhos com o Greenpeace pode ser a Samsung. Eles não
criaram um aparelho Android que transforma gás carbônico em oxigênio ou
vai tapar a camada de ozônio a cada ligação, mas desenvolveram bastante a
tecnologia de captura de luz solar, integrando-a de uma certa forma que
TVs de LCD podem não precisar de energia da tomada no futuro. E ainda combinou isso com uma tela sensível ao toque.
O protótipo de TV acima foi demonstrado durante a CEBiT 2011, feira de tecnologia que acontece na Alemanha. Ele tem resolução de 1920 x 1080 pixels, 46 polegadas e suporte para até 10 pontos de toque diferentes. A TV captura luz ambiente por meio de um painel acima dela e usa a energia para exibir imagens na tela, que é transparente.
O Greenpeace, no entanto, vai ter que esperar bastante para dar os pontinhos verdes para a Samsung. O protótipo foi exibido apenas como prova de conceito e ainda não tem data para entrar em produção. Mas a fabricante disse que painéis desse tipo podem ser instalados em geladeiras ainda esse ano.
Também não há informações sobre o preço ou quanto de energia essa TV usa, o que evidencia que ela ainda está em desenvolvimento.
Fonte: Tecnoblog
O protótipo de TV acima foi demonstrado durante a CEBiT 2011, feira de tecnologia que acontece na Alemanha. Ele tem resolução de 1920 x 1080 pixels, 46 polegadas e suporte para até 10 pontos de toque diferentes. A TV captura luz ambiente por meio de um painel acima dela e usa a energia para exibir imagens na tela, que é transparente.
O Greenpeace, no entanto, vai ter que esperar bastante para dar os pontinhos verdes para a Samsung. O protótipo foi exibido apenas como prova de conceito e ainda não tem data para entrar em produção. Mas a fabricante disse que painéis desse tipo podem ser instalados em geladeiras ainda esse ano.
Também não há informações sobre o preço ou quanto de energia essa TV usa, o que evidencia que ela ainda está em desenvolvimento.
Fonte: Tecnoblog
23 de dezembro de 2011
Protótipo de bio-bateria da Sony tira energia do papel
O braço japonês da Sony anunciou recentemente a
criação de um protótipo de bateria um pouco incomum. No lugar de usar
elementos químicos que todas as fabricantes usam, como o lítio, a bateria é baseada em papel. E ela tira energia da celulose da mesma maneira que cupins tiram energia de madeira, segundo um porta-voz da empresa.
Os estudos da Sony nesse campo datam desde 2007, então não é de hoje que essa tecnologia está sendo trabalhada e aperfeiçoada. Mas apenas agora um protótipo foi desenvolvido e demonstrado.
Ela funciona de uma maneira interessante. O papel contém celulose, que nada mais é do que um tipo de glucose das plantas. Certas enzimas são usadas para quebrar essa celulose em pequenos pedaços que são então quebrados novamente por outro tipo de enzima. Esse processo gera íons de hidrogênio, que se combinam com oxigênio do ar e viram água, e também (e talvez o mais importante) elétrons, que são levados a um circuito para gerar eletricidade.
Há uma óbvia desvantagem por enquanto: a quantidade de energia que ela consegue gerar ainda é pouca. Na demonstração a Sony conseguiu ligar apenas um ventilador pequeno. Mas existem uma óbvia vantagem ambiental, já que esse tipo de bateria não gera resíduos tóxicos.
Como a grande maioria de gadgets hoje em dia usa bateria e utilizam cada vez mais energia, é importante que fabricantes trabalhem no desenvolvimento delas constantemente. E a criação da Sony é mais uma no meio de dezenas de outras iniciativas, mas ainda assim é bom ver que essas ideias estão mesmo saindo do papel. Ou, no caso da Sony, continuam nele.
Fonte: Tecnoblog
Os estudos da Sony nesse campo datam desde 2007, então não é de hoje que essa tecnologia está sendo trabalhada e aperfeiçoada. Mas apenas agora um protótipo foi desenvolvido e demonstrado.
Ela funciona de uma maneira interessante. O papel contém celulose, que nada mais é do que um tipo de glucose das plantas. Certas enzimas são usadas para quebrar essa celulose em pequenos pedaços que são então quebrados novamente por outro tipo de enzima. Esse processo gera íons de hidrogênio, que se combinam com oxigênio do ar e viram água, e também (e talvez o mais importante) elétrons, que são levados a um circuito para gerar eletricidade.
Há uma óbvia desvantagem por enquanto: a quantidade de energia que ela consegue gerar ainda é pouca. Na demonstração a Sony conseguiu ligar apenas um ventilador pequeno. Mas existem uma óbvia vantagem ambiental, já que esse tipo de bateria não gera resíduos tóxicos.
Como a grande maioria de gadgets hoje em dia usa bateria e utilizam cada vez mais energia, é importante que fabricantes trabalhem no desenvolvimento delas constantemente. E a criação da Sony é mais uma no meio de dezenas de outras iniciativas, mas ainda assim é bom ver que essas ideias estão mesmo saindo do papel. Ou, no caso da Sony, continuam nele.
Fonte: Tecnoblog
22 de dezembro de 2011
Sem controle remoto: TVs que respondem ao comando de movimentos devem chegar ao mercado em 2012
Você está em casa, faz uma pipoca e se prepara para assistir um filme. Mas... onde está o controle da televisão? Muita gente já deve ter enfrentado esse tipo de situação. Não se preocupe, pois, em breve, você será capaz de ligar, percorrer os canais e ajustar o volume da sua TV usando apenas as mãos.
Segundo informações da BBC, a empresa israelense XTR3D está desenvolvendo protótipos de smartphones e televisores que dispensam o uso de controles ou outros itens tácteis. A companhia, que é especializada em tecnologia de captura de movimentos, recebeu um investimento de US$ 8 milhões de dólares (cerca de R$ 14,7 milhões de reais) para começar a produção da nova geração de aparelhos "touchless". O primeiro smartphone e a primeira TV com esse sistema devem chegar ao mercado já em 2012.
Os produtos terão um software instalado, capaz de reconhecer os gestos do usuário, "ler" seus movimentos e executar os comandos apropriados, sem a necessidade de botões físicos. Basta estender a palma da mão na direção da tela e navegar pelas funcionalidades do dispositivo.
A XTR3D parece estar seguindo os passos do Kinect. O aparelho da Microsoft tem sensores de profundidade, multi-microfones e câmeras RGB que fornecem as informações necessárias para que o sistema rastreie voz e gestos. Já o produto da empresa israelense utiliza câmeras comuns - como uma webcam - para extrair 3D a partir de uma imagem 2D, criando o mesmo efeito tridimensional que o Kinect.
Por outro lado, a tecnologia da XTR3D é muito mais barata e usa menos energia, além de permitir a instalação em qualquer aparelho eletrônico. Dor Givon, fundador e diretor técnico da companhia, acrescenta que é possível controlar o dispositivo a uma distância de até 5 metros.
"Nossa meta é penetrar no mercado. Por isso, vai ser algo que todos poderão experimentar, com dispositivos que terão diferentes interfaces embutidas" afirma Givon.
Não é de hoje que a tecnologia tem trabalhado para dispensar plataformas e periféricos, utilizando apenas o corpo como objeto de controle e interação. O Kinect, por exemplo, já faz parte de projetos que envolvem a apresentação de slides em Power Point, onde o usuário pode "brincar" com os itens na tela, e também para pagamentos e transações bancárias. A Microsoft anunciou que lançará um kit de desenvolvimento baseado no Kinect também em 2012. A Apple é outra gigante que vem registrando patentes relacionadas a monitores "touchless".
Fonte: Olhardigital
21 de dezembro de 2011
Sony divulga protótipo de computador flexível que se transforma em pulseira
"PC de mão" possui um projetor holográfico, painéis de teclado embutidos e conexão à internet
Esqueça tudo o que você já viu quando o assunto são aparelhos inteligentes, como TVs ou smartphones. Uma tecnologia muito comentada este ano e que promete chegar ao mercado consumidor em 2012 são os dispositivos OLED.
Para quem não sabe, são telas ultrafinas - com menos de 1 cm de espessura -, com alto poder de resolução, baixo consumo de energia, e o mais inovador: podem ser totalmente flexíveis.
Se você costuma acessar o Olhar Digital, já deve ter visto os principais conceitos futurísticos desse mercado. A Samsung, por exemplo, divulgou recentemente um vídeo de um tablet transparente e com sua superfície ajustável às preferências do usuário. A companhia coreana, aliás, pretende lançar seu primeiro smartphone flexível no ano que vem.
A Nokia, por sua vez, também mostrou novidades em 2011 - um tablet que pode ser dobrado e facilmente guardado.
Mas a bola da vez parece estar com a Sony. O Yanko Design divulgou hoje um conceito de computador diferente de tudo o que conhecemos: construído com base em uma tela flexível OLED touchscreen, o aparelho portátil, chamado The Nexttep Computer, poderá ser usado como uma pulseira, semelhante a um relógio de pulso.
Desenvolvido pelo designer Hiromi Kiriki, o sistema possui um projetor holográfico que transmite as imagens onde o usuário quiser, painéis de teclado embutidos, conexão à internet e compatibilidade com redes sociais e vários gadgets, além da possibilidade de ter suas cores personalizadas pelo dono do aparelho.
Segundo as informações, o dispositivo deve chegar ao mercado no ano de 2020. Veja imagens do produto abaixo: Fonte : Olhardigital
Esqueça tudo o que você já viu quando o assunto são aparelhos inteligentes, como TVs ou smartphones. Uma tecnologia muito comentada este ano e que promete chegar ao mercado consumidor em 2012 são os dispositivos OLED.
Para quem não sabe, são telas ultrafinas - com menos de 1 cm de espessura -, com alto poder de resolução, baixo consumo de energia, e o mais inovador: podem ser totalmente flexíveis.
Se você costuma acessar o Olhar Digital, já deve ter visto os principais conceitos futurísticos desse mercado. A Samsung, por exemplo, divulgou recentemente um vídeo de um tablet transparente e com sua superfície ajustável às preferências do usuário. A companhia coreana, aliás, pretende lançar seu primeiro smartphone flexível no ano que vem.
A Nokia, por sua vez, também mostrou novidades em 2011 - um tablet que pode ser dobrado e facilmente guardado.
Mas a bola da vez parece estar com a Sony. O Yanko Design divulgou hoje um conceito de computador diferente de tudo o que conhecemos: construído com base em uma tela flexível OLED touchscreen, o aparelho portátil, chamado The Nexttep Computer, poderá ser usado como uma pulseira, semelhante a um relógio de pulso.
Desenvolvido pelo designer Hiromi Kiriki, o sistema possui um projetor holográfico que transmite as imagens onde o usuário quiser, painéis de teclado embutidos, conexão à internet e compatibilidade com redes sociais e vários gadgets, além da possibilidade de ter suas cores personalizadas pelo dono do aparelho.
Segundo as informações, o dispositivo deve chegar ao mercado no ano de 2020. Veja imagens do produto abaixo: Fonte : Olhardigital
20 de dezembro de 2011
Tudo o que você precisa saber sobre os Ultrabooks, que devem chegar fortes ao mercado em 2012
Finos, leves e rápidos, a nova classe de computadores começa a
chegar ao mercado pelas mãos de fabricantes como HP, Acer, Asus e LG
Você já ouviu falar no Ultrabook? Este é um novo conceito de notebook, desenvolvido pela Intel. Em maio deste ano, a fabricante de chips investiu nessa nova classe de computadores e, desde então, empresas como Acer, Asus, LG e HP já lançaram ou anunciaram modelos que seguem o novo conceito.
Mas, o que um computador precisa ter para ser considerado um Ultrabook? Segundo a Intel, para que um notebook se encaixe na nova categoria é preciso que ele tenha menos de 21 milímetros de espessura - e, o mais complicado, custe menos de US$ 1 mil.
"Nós reconhecemos que essa característica [preço inferior a US$ 1 mil] é essencial para o ultrabook atingir a massa e se tornar um produto dominante em 2013. Porém, esse valor é referência nos Estados Unidos. Aqui no Brasil existem taxas que fazem o preço subir, mas acreditamos que será possível oferecer produtos de boa qualidade em torno dos R$ 2 mil até o fim do ano que vem", explica Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel.
Os primeiros Ultrabooks do mercado já saíram equipados com processadores Intel Sandy Bridge de 32 nanômetros. Porém, com a popularização do modelo, a companhia espera que os laptops evoluam e ganhem processadores mais novos como o Ivy Bridge, de 22 nanômetros. Para quem não sabe, nanômetro é a medida utilizada para medir cada transistor presente no processador e, quanto menores eles ficam, maior é a possibilidade de colocar mais deles em um único processador. Isso, obviamente, aumenta a performance do seu computador. (Para efeito de comparação, o vírus da gripe tem 100 nanômetros de tamanho!)
Além desses detalhes, esses notebooks são super finos, leves, possuem baterias mais duráveis – mínimo de cinco horas de duração - e tem inicialização rápida, cerca de sete segundos. Neles, os tradicionais discos rígidos foram substituídos por SSDs, também conhecidos como memória flash. Por conta de tudo isso, os Ultrabooks são fortes concorrentes dos notebooks e até tablets, pois alguns deles virão até com telas sensíveis ao toque.
Para o desenvolvimento desses laptops ultrafinos, a Intel criou um fundo de investimento de US$ 300 milhões. A ideia é investir em empresas especializadas em tecnologias que ajudem a aumentar a vida útil da bateria dos Ultrabooks, além de melhorar design e o armazenamento dos aparelhos.
Ainda com o objetivo de impulsionar a entrada dos Ultrabooks no mercado, a Intel lançará um projeto para ajudar pequenas empresas a desenvolver seus próprios modelos. A fabricante de processadores fará acordos que envolvem grandes fabricantes de peças, como Foxconn e Pegatron, e os pequenos empreendedores. "Prestamos atenção em pequenos integradores e procuramos fazer um trabalho de aproximação e apoio com integradores em Taiwan", afirma o diretor.
Segundo Cássio, 2012 será um ano muito importante para os ultrabooks. Ele acredita que um terço do mercado mundial de notebooks será dominado pela nova categoria de portáteis. "No Brasil temos regras rígidas de manufatura local e tudo isso gera um certo desafio. Por isso, a curva de adoção tende a ser menor", comenta. "No entanto, temos certeza de que haverá um crescimento no desejo do consumidor, pois o ultrabook é uma revolução na experiência do notebook", conclui.
Primeiros Ultrabooks do mercado
Acer Aspire S3
O ultrabook lançado em novembro estará nas prateleiras de grandes varejistas ainda este mês. Os primeiros modelos que chegam ao Brasil terão preços a partir de R$ 2.799 na versão de 4GB de RAM, 320 GB de HD e processador Intel Core i3. Já o modelo com processador Core i5 sairá por R$ 2.899 e nos equipados com Core i7, o preço aumenta para R$ 3.599.
O laptop tem 1.3 cm de espessura, pesa menos de 1.4 quilo e conta com uma tela LED HD de 13.3 polegadas. Segundo a fabricante, a bateria de alta densidade dá sete horas de autonomia, dependendo da intensidade do uso. O retorno do modo sleep acontece em em 1 segundo e meio e a vida útil da bateria é proporcionada pelo "Acer Green Instant On". Já a função "Acer Instant Connect" permite que o laptop se conecte à internet em apenas 2,5 segundos.
Asus UX21
O computador portátil da empresa foi o primeiro Ultrabook lançado. O laptop mede 9 milímetros de espessura, pesa 1.1 quilo e tem corpo de metal, além de um trackpad de vidro. O UX21 vem em três modelos: 64 GB de armazenamento em SSD, 128 GB ou 256 GB com processadores Sandy Bridge Core i3, i5 ou i7, respectivamente. Além disso, todos os modelos possuem USB 3.0, que multiplicam as taxas de transferência do atual USB 2.0 em até 10 vezes.
HP Pavilion dm3
Durante o Editor's Day, evento anual da Intel de apresentação de novidades à imprensa, a HP anunciou seu primeiro Ultrabook, com previsão de chegada no Brasil no primeiro semestre de 2012.
O computador é baseado em um processador Intel Core i5 da família Sandy Bridge, de 32 nanômetros, possui 4 GB de memória RAM e SSD de 128 GB. A tela de LED tem 13,3 polegadas e resolução HD. O principal destaque da máquina é a espessura de apenas 18 mm, e o peso de 1,49 kg. Segundo a HP, a autonomia de bateria é de até 9,5 horas.
LG XNote Z330
Parecido com o MacBook Air da Apple, o Ultrabook da LG tem 13,3 polegadas, 8 milímetros de espessura, processador Sandy Bridge de 32 nanômetros, e chega em dois modelos. A versão Core i5 tem 120 GB de HD e a Core i7 tem 256 GB. Os preços são: R$ 1.509 e R$ 1.863, respectivamente.
Você já ouviu falar no Ultrabook? Este é um novo conceito de notebook, desenvolvido pela Intel. Em maio deste ano, a fabricante de chips investiu nessa nova classe de computadores e, desde então, empresas como Acer, Asus, LG e HP já lançaram ou anunciaram modelos que seguem o novo conceito.
Mas, o que um computador precisa ter para ser considerado um Ultrabook? Segundo a Intel, para que um notebook se encaixe na nova categoria é preciso que ele tenha menos de 21 milímetros de espessura - e, o mais complicado, custe menos de US$ 1 mil.
"Nós reconhecemos que essa característica [preço inferior a US$ 1 mil] é essencial para o ultrabook atingir a massa e se tornar um produto dominante em 2013. Porém, esse valor é referência nos Estados Unidos. Aqui no Brasil existem taxas que fazem o preço subir, mas acreditamos que será possível oferecer produtos de boa qualidade em torno dos R$ 2 mil até o fim do ano que vem", explica Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel.
Os primeiros Ultrabooks do mercado já saíram equipados com processadores Intel Sandy Bridge de 32 nanômetros. Porém, com a popularização do modelo, a companhia espera que os laptops evoluam e ganhem processadores mais novos como o Ivy Bridge, de 22 nanômetros. Para quem não sabe, nanômetro é a medida utilizada para medir cada transistor presente no processador e, quanto menores eles ficam, maior é a possibilidade de colocar mais deles em um único processador. Isso, obviamente, aumenta a performance do seu computador. (Para efeito de comparação, o vírus da gripe tem 100 nanômetros de tamanho!)
Além desses detalhes, esses notebooks são super finos, leves, possuem baterias mais duráveis – mínimo de cinco horas de duração - e tem inicialização rápida, cerca de sete segundos. Neles, os tradicionais discos rígidos foram substituídos por SSDs, também conhecidos como memória flash. Por conta de tudo isso, os Ultrabooks são fortes concorrentes dos notebooks e até tablets, pois alguns deles virão até com telas sensíveis ao toque.
Para o desenvolvimento desses laptops ultrafinos, a Intel criou um fundo de investimento de US$ 300 milhões. A ideia é investir em empresas especializadas em tecnologias que ajudem a aumentar a vida útil da bateria dos Ultrabooks, além de melhorar design e o armazenamento dos aparelhos.
Ainda com o objetivo de impulsionar a entrada dos Ultrabooks no mercado, a Intel lançará um projeto para ajudar pequenas empresas a desenvolver seus próprios modelos. A fabricante de processadores fará acordos que envolvem grandes fabricantes de peças, como Foxconn e Pegatron, e os pequenos empreendedores. "Prestamos atenção em pequenos integradores e procuramos fazer um trabalho de aproximação e apoio com integradores em Taiwan", afirma o diretor.
Segundo Cássio, 2012 será um ano muito importante para os ultrabooks. Ele acredita que um terço do mercado mundial de notebooks será dominado pela nova categoria de portáteis. "No Brasil temos regras rígidas de manufatura local e tudo isso gera um certo desafio. Por isso, a curva de adoção tende a ser menor", comenta. "No entanto, temos certeza de que haverá um crescimento no desejo do consumidor, pois o ultrabook é uma revolução na experiência do notebook", conclui.
Primeiros Ultrabooks do mercado
Acer Aspire S3
O ultrabook lançado em novembro estará nas prateleiras de grandes varejistas ainda este mês. Os primeiros modelos que chegam ao Brasil terão preços a partir de R$ 2.799 na versão de 4GB de RAM, 320 GB de HD e processador Intel Core i3. Já o modelo com processador Core i5 sairá por R$ 2.899 e nos equipados com Core i7, o preço aumenta para R$ 3.599.
O laptop tem 1.3 cm de espessura, pesa menos de 1.4 quilo e conta com uma tela LED HD de 13.3 polegadas. Segundo a fabricante, a bateria de alta densidade dá sete horas de autonomia, dependendo da intensidade do uso. O retorno do modo sleep acontece em em 1 segundo e meio e a vida útil da bateria é proporcionada pelo "Acer Green Instant On". Já a função "Acer Instant Connect" permite que o laptop se conecte à internet em apenas 2,5 segundos.
Asus UX21
O computador portátil da empresa foi o primeiro Ultrabook lançado. O laptop mede 9 milímetros de espessura, pesa 1.1 quilo e tem corpo de metal, além de um trackpad de vidro. O UX21 vem em três modelos: 64 GB de armazenamento em SSD, 128 GB ou 256 GB com processadores Sandy Bridge Core i3, i5 ou i7, respectivamente. Além disso, todos os modelos possuem USB 3.0, que multiplicam as taxas de transferência do atual USB 2.0 em até 10 vezes.
HP Pavilion dm3
Durante o Editor's Day, evento anual da Intel de apresentação de novidades à imprensa, a HP anunciou seu primeiro Ultrabook, com previsão de chegada no Brasil no primeiro semestre de 2012.
O computador é baseado em um processador Intel Core i5 da família Sandy Bridge, de 32 nanômetros, possui 4 GB de memória RAM e SSD de 128 GB. A tela de LED tem 13,3 polegadas e resolução HD. O principal destaque da máquina é a espessura de apenas 18 mm, e o peso de 1,49 kg. Segundo a HP, a autonomia de bateria é de até 9,5 horas.
LG XNote Z330
Parecido com o MacBook Air da Apple, o Ultrabook da LG tem 13,3 polegadas, 8 milímetros de espessura, processador Sandy Bridge de 32 nanômetros, e chega em dois modelos. A versão Core i5 tem 120 GB de HD e a Core i7 tem 256 GB. Os preços são: R$ 1.509 e R$ 1.863, respectivamente.
19 de dezembro de 2011
Gravidade 0
Apenas um punhado de turistas especiais podem fezer isso na periferia do nosso planeta, mas com empresas como a Virgin Galactic, isto já está tomando forma, é apenas uma questão de tempo antes que o cosmos se torne um destino de férias procurado (para aqueles que podem pagar, é claro). Este projeto visa a oferecer uma rápida viagem onde podem ter brevemente a experiência de gravidade zero e tenha uma idéia do nosso planeta.
O XLDron não tripulado, equipado com um motor turbofan ultra high-bypass, carrega um módulo separado (apropriadamente chamado Zero Gravity) a uma altitude de cerca de 35 mil pés antes de motor de foguete do módulo lançar o pilotos e tripulantes além da atmosfera a uma altitude acima de 100 km.
O XLDron não tripulado, equipado com um motor turbofan ultra high-bypass, carrega um módulo separado (apropriadamente chamado Zero Gravity) a uma altitude de cerca de 35 mil pés antes de motor de foguete do módulo lançar o pilotos e tripulantes além da atmosfera a uma altitude acima de 100 km.
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